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Dra. Andrea Jafet – Psiquiatria em São Paulo – SP

Dra. Andrea Jafet - Psiquiatra

Você já teve a sensação de que estava perdendo o controle do próprio corpo, com o coração acelerado, falta de ar e um medo intenso de morrer, enlouquecer ou desmaiar — sem nenhuma causa aparente? Esses podem ser sinais da síndrome do pânico, um transtorno de ansiedade que afeta milhões de pessoas no Brasil e no mundo.

Neste artigo, vamos conversar sobre:

  1. O que é síndrome do pânico
  2. Quais são os sintomas
  3. Como é feito o diagnóstico
  4. Tratamentos eficazes
  5. Quando procurar ajuda médica
  6. E como é possível retomar o controle da sua vida
homem com crise de panico

Quem pode te ajudar com síndrome do pânico?

Se você está passando por isso, eu posso te ajudar.

Sou Dra. Andrea Jafet, médica psiquiatra com atuação clínica há mais de 10 anos. Atendo pacientes em São Paulo (Moema) e também on-line, com escuta atenta, acolhedora e baseada em evidências científicas.

Se quiser conversar, entender melhor o seu caso e iniciar um acompanhamento, estou à disposição.

O que os pacientes estão falando?

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Helena Barros de Freitas
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Excelente profissional! Atenciosa, acolhedora e muito competente. Desde a primeira consulta me senti ouvida e bem orientada. É uma médica acessível, sempre disposta a ajudar e fácil de contatar quando preciso. Explica tudo com clareza e demonstra verdadeiro interesse pelo bem-estar do paciente.
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Gilmar Almeida
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Muito prático e objetivo
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fernando zappile
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Médica super profissional, atenciosa e entende muito do atividade, que realiza
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Mariana Branco
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Andrea é uma profissional de extremamente competente e ética, muito preocupada com o bem estar emocional de seus pacientes e familiares . É uma alegria imensa em poder contar com ela como parceira de caminhada profissional.
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Paloma Estima
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Uma excelente profissional, além de ser muito atenciosa.

O que é a síndrome do pânico?

A síndrome do pânico é um transtorno de ansiedade caracterizado por crises súbitas e recorrentes de medo ou desconforto intenso, chamadas de crises de pânico. Esses episódios costumam durar de 10 a 30 minutos e vêm acompanhados de sintomas físicos e psicológicos muito intensos, mesmo quando não há um perigo real.

O transtorno pode afetar profundamente a rotina da pessoa: muitas passam a evitar lugares, situações ou compromissos por medo de ter uma nova crise. Isso gera impacto no trabalho, nos relacionamentos e na qualidade de vida como um todo.

síndrome do pânico

Quais são os sintomas da síndrome do pânico?

Os sintomas costumam surgir de forma abrupta, sem aviso. Veja os mais comuns durante uma crise:

  1. Taquicardia (coração acelerado)
  2. Falta de ar ou sensação de sufocamento
  3. Tontura ou sensação de desmaio
  4. Tremores ou calafrios
  5. Suor excessivo
  6. Náuseas ou desconforto abdominal
  7. Formigamentos
  8. Medo intenso de morrer, enlouquecer ou perder o controle
  9. Sensação de irrealidade (despersonalização ou desrealização)

É comum que a primeira crise leve a pessoa ao pronto-socorro, achando que está tendo um infarto ou um AVC. Após exames que descartam causas físicas, muitas vezes o diagnóstico de síndrome do pânico demora a ser feito, o que aumenta o sofrimento e a insegurança do paciente.

nervosismo causado por síndrome do pânico

Crises isoladas ou transtorno?

É importante diferenciar uma crise de pânico isolada de um quadro de transtorno do pânico. Para fechar o diagnóstico da síndrome do pânico, é necessário que as crises sejam repetidas e que causem um medo persistente de ter novas crises (ansiedade antecipatória), além de prejuízos no dia a dia.

Síndrome do pânico tem cura?

Sim, a síndrome do pânico tem tratamento eficaz, e a maioria dos pacientes apresenta melhora significativa com a abordagem correta. Em alguns casos, a pessoa pode ficar totalmente livre das crises. O tratamento pode incluir:

1. Psicoterapia

A terapia cognitivo-comportamental (TCC) é a mais recomendada. Ela ajuda o paciente a entender os gatilhos da crise, reestruturar pensamentos disfuncionais e aprender a manejar os sintomas de forma mais eficaz.

A psicoterapia pode ajudar o paciente a recuperar a autonomia e a confiança na própria capacidade de lidar com o corpo e as emoções.

2. Medicação

Muitas vezes, é necessário o uso de antidepressivos (ISRS ou IRSN), que ajudam a regular os circuitos cerebrais envolvidos no medo e na ansiedade. Medicamentos como sertralina, escitalopram, venlafaxina e outros podem ser indicados.

Ansiolíticos (como o clonazepam) podem ser usados em casos selecionados, geralmente no início do tratamento ou em situações muito agudas, sempre com supervisão médica.

3. Mudanças no estilo de vida

Hábitos saudáveis também fazem parte do tratamento e da prevenção das crises:

  • Prática regular de atividade física
  • Sono de qualidade
  • Alimentação equilibrada
  • Redução de cafeína, álcool e outras substâncias estimulantes

Técnicas de respiração e relaxamento

4. Apoio médico especializado

O acompanhamento com um médico psiquiatra é fundamental. O especialista vai avaliar o quadro com cuidado, explicar as opções de tratamento e acompanhar a evolução dos sintomas ao longo do tempo.

Com o tempo, muitos pacientes conseguem reduzir ou até suspender a medicação, mantendo a estabilidade com apoio psicoterapêutico e mudanças no estilo de vida.

bem estar após tratar síndrome do pânico

Quando procurar ajuda para síndrome do pânico?

Se você se identificou com os sintomas descritos aqui, o primeiro passo é não ignorar o que está sentindo. Buscar ajuda especializada o quanto antes evita que o quadro se torne mais grave e melhore significativamente sua qualidade de vida.

Você não está sozinho(a) — e, com o tratamento certo, é possível voltar a viver com mais tranquilidade e confiança.

Como é a vida após o tratamento da síndrome do pânico?

Muitas pessoas que enfrentam a síndrome do pânico relatam que, com o tempo, passaram a se conhecer melhor, a respeitar seus limites e a valorizar pequenas conquistas do dia a dia.

É comum também desenvolver estratégias eficazes para lidar com o estresse e entender que o corpo pode “gritar” quando a mente está sobrecarregada.

O acompanhamento psiquiátrico contínuo é um dos pilares para evitar recaídas, ajustando o tratamento conforme a fase da vida.

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